Resenha do Gato #03 – Anime Saga

Já percebeu como existem alguns jogos, filmes, livros e outras obras que parecem que “foram feitas pra gente”? É quase como se o autor tivesse nos estudado por um tempo e, depois de muita meditação (e um pouco de magia negra), criado uma arma perfeita para nos atingir direto no coração. A verdade, meu caro amigo de carne e osso, é que ele talvez possa ter feito isso mesmo.

Uma das importantes tarefas de um gato batata, e, logo, de game designers no geral, é o estudo do público ao qual o seu jogo se destina. Porque uma coisa é fazer um jogo com uma temática bacana, outra coisa é fazer com que as coisas se encaixem num jogo perfeitamente de modo que tudo faça sentido para quem for fã daquela temática.

Por isso, hoje vamos falar de um projeto nacional pensado e projetado para seu público: o Anime Saga, da Arcano Games. Jogo este que se encontra em financiamento coletivo no Catarse agora mesmo, e espera sua colaboração para se tornar realidade. Vamos para a jornada?

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Resenha do Gato #02 – Tao Long

Se você pensa que ser um desenvolvedor de jogos consiste somente em desenvolver jogos, este Gato Batata aqui tem algo pra te dizer. Muito mais do que ter ideias, definir temáticas, mecânicas, enredos, componentes e manuais, existem também as tarefas de garantir que tudo está bem colado, que o jogo está balanceado, e que as pessoas compreenderão a essência do projeto quando se depararem com ele. Para isso, é preciso saber apresentar a obra, ajudando assim os jogadores a entrarem em sintonia com o universo mágico que você criou.

Como um bom exemplo disso, hoje venho falar de um recente sucesso nacional (e internacional) de financiamento coletivo que, com certeza, mereceu tudo o que conseguiu na campanha. Este é o “Tao Long: O Caminho do Dragão”.

Vamos deixar claro logo de saída: não vamos falar só do jogo, mas sim da experiência que foi conhecê-lo através de uma apresentação de seu próprio criador. Por quê? Ora essas, meu caro humano de carne! Explico-lhe agora mesmo!

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Resenha do Gato #01 – Machina

Uma das tarefas mais divertidas e importantes que um gato batata… Digo..  Que um game designer tem que fazer é nada mais, nada menos, do que jogar.

Quando você joga simplesmente por diversão, tudo o que você quer é dar umas boas risadas, botar a cabeça pra pensar de um jeito diferente e escapar do cotidiano. Mas quando você cria jogos, cada partida é recheada de análises sobre cada pequeno elemento que forma o jogo. Parte da nossa diversão vem disso, sabia? Ao menos eu adoro identificar mecânicas, variáveis, dilemas e tudo mais.

Como você deve saber, e como diz o velho ditado, nada se cria, tudo se copia. É totalmente saudável que o profissional de uma área estude os trabalhos realizados por outros profissionais. Isso cria produtos mais interessantes, prevê falhas em seus projetos, e ainda alimenta a comunidade de desenvolvedores.

Por isso e por alguns outros motivos sutis, este gato batata aqui decidiu começar a escrever resenhas de jogos! Dessa forma, além de fornecer feedback que, espero eu, seja interessante para os criadores, podemos criar uma pequena teia de informações que também podem ser úteis para outros desenvolvedores e até mesmo jogadores.

E por falar em teia, o primeiro jogo do qual gostaria de falar é uma criação do Studio Teia de Jogos, um fantástico grupo amigo da Potato Cat que tem seu foco voltado para jogos de Print and Play. Jordan Florio, desenvolvedor do grupo, sentou com Senhor Meow e seu companheiro de aventuras e viagens, Víctor Silva, para uma partida de Machina: Simulacro de Guerra.

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