Café Express – DevLog #06

Sente-se e Aprecie a Vista

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Quando estamos preparando algo para compor o parte do universo de um jogo, e também de outras obras, temos uma série de preocupações para levar em conta, mas podemos resumir em duas questões primordiais: “faz sentido?” e “é funcional?”.

Hoje, o gatinho mais rápido do oeste, eu, o Gato Batata, vem falar sobre como tratamos dessas importantíssimas questões quanto ao tabuleiro de Café Express.

Lições aprendidas: É possível economizar em componentes ao adicionar funções ou ícones extras para os já existentes no jogo, mas nem sempre isso vai ser a melhor escolha!

Dica do Gato: Uma temática bem amarrada com a mecânica do jogo não só parece bom, mas ajuda no entendimento das regras e no bom fluxo de jogo.

Narrativa e mecânica. Narratologia e Ludologia. São coisas que nos preocupam desde o começo do projeto, e elas nos acompanham até nos pequenos detalhes. Caso você tenha perdido algum post no blog ou queira saber mais sobre como lidamos com isso também nos outros elementos de Café Express, não se esqueça que temos uma página com todos os DevLogs para você caçar aquele cujo tema mais te agrada.

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E então, precisávamos criar um tabuleiro. Ele teria que fazer sentido com o universo, e possibilitar uma movimentação que fosse fluída para os personagens.

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Bastidores #04 – Áreas de atuação no ramo de Board Games

Eu quero trabalhar com Jogos! Mas… como?!

Se minha batata assasse um pouco mais cada vez que me perguntam como eu, o Gato Batata, chegou onde chegou, eu certamente teria passado do ponto. É verdade que queremos – e muito – que as pessoas levem mais a sério o hobby, as capacidades do ludismo e tudo que envolve esse universo, mas é tanta coisa para se descobrir! Tanto território para cobrir! Muitas vezes alguém quer trabalhar com jogos, mas não sabe por onde começar, o que fazer, e acaba se afastando ou ficando perdido no meio do caminho.

Com a gente não foi diferente, sabe? Existem muitas nomenclaturas em cada um dos setores do conhecimento, e pode ser muito difícil chegar em algum lugar sem saber como as coisas funcionam. Pensando nisso, tento eu aqui, humildemente, trazer um pouco de luz e explicar as áreas envolvidas no universo dos jogos.

Que fique claro que, apesar de estar envolvido até o pescoço com o jogos, e apesar de Senhor e Senhora Meow terem passado por uma faculdade de Jogos Digitais, o que vai ser dito aqui pode não ser absoluto, mas talvez te ajude muito, ó entusiasta do mundo dos jogos, a entender melhor como funcionam as coisas. Ah, aliás, vamos focar um pouquinho mais nos jogos de mesa ou, como são comumente chamados hoje, jogos analógicos. Vamos lá?

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Café Express – DevLog #02

Referências & Identidade

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Neste DevLog, o tubérculo mais cafeinado dessas bandas, que sou eu, o Gato Batata, volta para continuar a desvendar o caminho emocionante que está sendo o desenvolvimento de Café Express. Depois de estruturarmos nossa ideia, seguimos adiante com o projeto, e nos primeiros esboços já começamos a busca por uma identidade para o jogo, algo que eu adoraria (e vou) compartilhar com vocês.  

Lição aprendida: Existe uma linha tênue que separa uma referência bem sacada de um plágio ou uma cópia descarada. As pessoas gostam de sentirem uma certa familiaridade nas coisas, mas também prezam por originalidade. Encontrar esse ponto de equilíbrio é muito importante.

Dica do Gato: Dê asas à arte! Uma forma de motivar e demonstrar confiança em seu artista favorito consiste em dar-lhe a liberdade de criar junto com suas próprias ideias. O resultado é sempre recompensante ou, no mínimo, interessante.

E se você perdeu o DevLog anterior, clique aqui para dar uma olhadinha antes ou depois de ler esse!

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No começo deste ano (2017), depois de alguns testes e refinamentos de mecânica, eu e meus pais chegamos à conclusão de que Café Express tinha potencial para seguir em frente. Foi nesse momento que entramos em contato com Jéssica Lang, para convidá-la a fazer parte desse projeto como ilustradora e designer gráfica.

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Resenha do Gato #02 – Tao Long

Se você pensa que ser um desenvolvedor de jogos consiste somente em desenvolver jogos, este Gato Batata aqui tem algo pra te dizer. Muito mais do que ter ideias, definir temáticas, mecânicas, enredos, componentes e manuais, existem também as tarefas de garantir que tudo está bem colado, que o jogo está balanceado, e que as pessoas compreenderão a essência do projeto quando se depararem com ele. Para isso, é preciso saber apresentar a obra, ajudando assim os jogadores a entrarem em sintonia com o universo mágico que você criou.

Como um bom exemplo disso, hoje venho falar de um recente sucesso nacional (e internacional) de financiamento coletivo que, com certeza, mereceu tudo o que conseguiu na campanha. Este é o “Tao Long: O Caminho do Dragão”.

Vamos deixar claro logo de saída: não vamos falar só do jogo, mas sim da experiência que foi conhecê-lo através de uma apresentação de seu próprio criador. Por quê? Ora essas, meu caro humano de carne! Explico-lhe agora mesmo!

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TOPCAT #1 – 3 Jogos que eu gostaria de ter criado

 

Dentre todos os filmes que assistimos, existem aqueles especiais nos quais gostaríamos de ter feito o papel do diretor. Dentre todas as batatas que comemos, tem sempre aquelas que são tão gostosas que gostaríamos de ter cultivado nós mesmos. São obras de arte pelas quais nutrimos um simples e puro respeito, senão uma certa admiração. E os jogos, ah, os jogos! Eles estão longe de serem exceções.

Recentemente, um dos grandes amigos do Gato Batata, que é também um ótimo produtor de conteúdo para a web, Danilo Pístola, do canal Jogo Na Mesa, lançou uma corrente muito divertida: 3 jogos que eu gostaria de ter criado. O nome é auto-explicativo e, quando eu e meus pais, Senhor e Senhora Meow, vimos do que se tratava, sabíamos que era questão de tempo até aderirmos à brincadeira.

E depois de sermos desafiados também, criamos a nossa lista! Cada um dos jogos foram listados por motivos diferentes, e isso será melhor explicado por Senhor e Senhora Meow alternadamente. Então, sem mais delongas, eis os 3 jogos que cada um de nós gostaríamos de ter criado:

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Cartas a Vapor – DevLog #14

Financiamento Coletivo

Happy Meow Year!

Neste DevLog, o Gato Batata ressurge das cascas para começar o ano conversando sobre… Bem… Muita coisa! Com enfoque na imensa experiência de passar (e obter sucesso!) num Financiamento Coletivo.

Lições aprendidas: Foram tantas! Mas posso destacar que a “não desanime” foi uma das mais importantes. No final das contas, todo esforço realmente faz diferença.

Dica do Gato: É extremamente difícil, mas igualmente importante, saber quando a persistência se torna teimosia. Como já comentei em outros DevLogs do Cartas a Vapor, é preciso reconhecer as coisas pelas quais vale a pena lutar e também aquelas das quais precisamos abrir mão, alterar e retrabalhar tantas vezes quanto necessário.

E se você perdeu alguma coisa ou deseja rever algo nos DevLogs de Cartas a Vapor, clica aqui e dá uma olhadinha em nosso resumo.

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Sabe aquela sensação de abrir um caderno antigo, todo empoeirado, pra voltar a escrever nele? Pois bem, é mais ou menos isso que eu sinto agora ao voltar a digitar no blog com minhas pequenas patas de batata. Tanta coisa aconteceu nesse tempo!

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Potato Cat – Bastidores #03

Analógico vs. Digital!

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Neste “Bastidores”, o simpático e humilde Gato Batata, que sou eu, traz até a você um pouco do debate sobre a escolha de plataforma para se produzir um jogo.

Lição aprendida: Toda ideia de jogo pode ser adaptada para PCs ou para mesas, mas será que todos da sua equipe são bons produzindo para as duas plataformas? Vale muito a pena atentar-se às habilidades de seus companheiros desenvolvedores na hora de bater o martelo a respeito disso.

Dica do Gato: Tome cuidado para não desvalorizar a sua ideia. Ela pode ser realmente boa, mas dependendo da forma que for aplicada, pode acabar se transformando em algo muito diferente daquilo que ela “nasceu para ser”. Mas lembre-se: o problema não é a mudança, mas sim a perda da essência que de fato deveria ser transmitida com a ideia.

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Desenvolver um jogo é algo tão desafiante quanto recompensante. Existem muitos elementos com os quais os game designers têm que se preocupar para fazer algo divertido e uma das análises mais interessantes cai sobre a plataforma do jogo.

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