Cartas a Vapor – DevLog #04

As Vantagens de Edward Mãos-de-Tesoura

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Antes de mais nada, eu, o Gato Batata, gostaria de dizer duas coisas. A primeira é que uau! que belo texto esse de nosso caro amigo Enéias, não? Muito obrigado! E a segunda é que uau! nossa página no facebook atingiu a marca de 100 curtidas nessa semana! Muito obrigado MESMO a todos que nos apoiaram até o momento! A todos os feedbacks, likes e playtests. Isso faz dessa batata aqui o gato mais feliz que poderia existir, podem ter certeza.

Para comemorar essas maravilhosas curtidas, gostaríamos de compartilhar com vocês uma arte inédita de nosso jogo, criada pelo habilidoso Bruno Accioly, nosso exímio ilustrador e membro importantíssimo do Conselho Steampunk. Confiram mais abaixo no DevLog!

E falando nele, hoje nosso DevLog será sobre protótipos! O que é isso? Como fazer? Para que serve? Com a ajuda de Sr. e Sra. Meow, vou responder essas perguntas e mostrar para vocês como é possível jogar um jogo antes de terminá-lo.

Lição Aprendida: Se possível, imprima / faça seus protótipos em papéis que não sejam transparentes. Ou então você provavelmente terá que recortar um papel extra somente para acabar com essa transparência, e aí, como dizem, o barato pode sair caro.

Dica do Gato: Não tenha preguiça de imprimir novos ajustes em seu protótipo. Alguns ajustes feitos a lápis ou caneta podem até funcionar, mas sempre que seu projeto for crescendo, tomando vida e ficando com elementos mais definitivos, faça protótipos novos. Isso aproxima o jogador do provável resultado final, o que gera testes mais precisos e, é claro, divertidos.

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Não sei se vocês sabem, mas a prototipação é uma etapa essencial no desenvolvimento de qualquer jogo, seja ele digital ou analógico, grande ou pequeno, complexo ou simples. É nos protótipos que conseguimos enfim visualizar como o jogo funciona, porque, até então, tudo é “jogado” em nossa mente.

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Cartas a Vapor – DevLog #02

Simples, Não Simplório

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Neste DevLog, seu querido amigo felino-tubérculo, eu, o Gato Batata, continua a narrar os desafios e soluções do processo inicial de desenvolvimento do Cartas a Vapor.

Lição aprendida: Até as coisas simples podem dar muito trabalho, e as coisas trabalhosas podem ficar bem simples. Afinal, o simples está longe de significar o mesmo que simplório. Nem tudo que é complexo é bom, e nem tudo que é simples é ruim. O inverso também se aplica.
Dica do Gato: É preciso se inspirar, nenhuma criação surge de repente. Sabe aquela história de “Nada se cria, tudo se copia”? Pois é, isso vale, e muito, para os jogos também. Mas ainda que você esteja partindo de algo que já existe, você deve tentar ao máximo tornar essa ideia ainda melhor.

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“E agora?”, diziam Senhor e Senhora Meow, meus pais, quase em uníssono. Criar uma nova ideia de jogo poderia até ser fácil, mas com tantos requisitos e tantos elementos? As palavras de Enéias realmente nos deixaram pensativos.

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Cartas a Vapor – DevLog #01

O Primeiro Contato

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Neste DevLog, vosso Humilde Narrador, o Gato Batata, conta como foi sua primeira experiência ao tentar criar um jogo para a Brasiliana Steampunk e como se deu este primeiro contato.

Lição aprendida: Ideias nunca são demais. Se você achou algo muito bom e quer produzir sobre ele, não se restrinja a apenas uma.
Dica do Gato: Já pensou algo do tipo “Até parece que eles vão ligar para a minha ideia”? Pois pode parar de pensar. Você não tem nada a perder, e talvez tenha algo muito grande a ganhar.
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“Eu costumo começar muitos livros, mas são poucos os que eu consigo terminar”, dizia Senhor Meow, meu pai e criador. A verdade é que, quando li A Lição de Anatomia do Temível Doutor Louison, percebi que ele é mesmo um livro à parte.

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