Cartas a Vapor – DevLog #02

Simples, Não Simplório

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Neste DevLog, seu querido amigo felino-tubérculo, eu, o Gato Batata, continua a narrar os desafios e soluções do processo inicial de desenvolvimento do Cartas a Vapor.

Lição aprendida: Até as coisas simples podem dar muito trabalho, e as coisas trabalhosas podem ficar bem simples. Afinal, o simples está longe de significar o mesmo que simplório. Nem tudo que é complexo é bom, e nem tudo que é simples é ruim. O inverso também se aplica.
Dica do Gato: É preciso se inspirar, nenhuma criação surge de repente. Sabe aquela história de “Nada se cria, tudo se copia”? Pois é, isso vale, e muito, para os jogos também. Mas ainda que você esteja partindo de algo que já existe, você deve tentar ao máximo tornar essa ideia ainda melhor.

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“E agora?”, diziam Senhor e Senhora Meow, meus pais, quase em uníssono. Criar uma nova ideia de jogo poderia até ser fácil, mas com tantos requisitos e tantos elementos? As palavras de Enéias realmente nos deixaram pensativos.

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Cartas a Vapor – DevLog #01

O Primeiro Contato

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Neste DevLog, vosso Humilde Narrador, o Gato Batata, conta como foi sua primeira experiência ao tentar criar um jogo para a Brasiliana Steampunk e como se deu este primeiro contato.

Lição aprendida: Ideias nunca são demais. Se você achou algo muito bom e quer produzir sobre ele, não se restrinja a apenas uma.
Dica do Gato: Já pensou algo do tipo “Até parece que eles vão ligar para a minha ideia”? Pois pode parar de pensar. Você não tem nada a perder, e talvez tenha algo muito grande a ganhar.
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“Eu costumo começar muitos livros, mas são poucos os que eu consigo terminar”, dizia Senhor Meow, meu pai e criador. A verdade é que, quando li A Lição de Anatomia do Temível Doutor Louison, percebi que ele é mesmo um livro à parte.

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