Resenha do Gato #02 – Tao Long

Se você pensa que ser um desenvolvedor de jogos consiste somente em desenvolver jogos, este Gato Batata aqui tem algo pra te dizer. Muito mais do que ter ideias, definir temáticas, mecânicas, enredos, componentes e manuais, existem também as tarefas de garantir que tudo está bem colado, que o jogo está balanceado, e que as pessoas compreenderão a essência do projeto quando se depararem com ele. Para isso, é preciso saber apresentar a obra, ajudando assim os jogadores a entrarem em sintonia com o universo mágico que você criou.

Como um bom exemplo disso, hoje venho falar de um recente sucesso nacional (e internacional) de financiamento coletivo que, com certeza, mereceu tudo o que conseguiu na campanha. Este é o “Tao Long: O Caminho do Dragão”.

Vamos deixar claro logo de saída: não vamos falar só do jogo, mas sim da experiência que foi conhecê-lo através de uma apresentação de seu próprio criador. Por quê? Ora essas, meu caro humano de carne! Explico-lhe agora mesmo!

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TOPCAT #1 – 3 Jogos que eu gostaria de ter criado

 

Dentre todos os filmes que assistimos, existem aqueles especiais nos quais gostaríamos de ter feito o papel do diretor. Dentre todas as batatas que comemos, tem sempre aquelas que são tão gostosas que gostaríamos de ter cultivado nós mesmos. São obras de arte pelas quais nutrimos um simples e puro respeito, senão uma certa admiração. E os jogos, ah, os jogos! Eles estão longe de serem exceções.

Recentemente, um dos grandes amigos do Gato Batata, que é também um ótimo produtor de conteúdo para a web, Danilo Pístola, do canal Jogo Na Mesa, lançou uma corrente muito divertida: 3 jogos que eu gostaria de ter criado. O nome é auto-explicativo e, quando eu e meus pais, Senhor e Senhora Meow, vimos do que se tratava, sabíamos que era questão de tempo até aderirmos à brincadeira.

E depois de sermos desafiados também, criamos a nossa lista! Cada um dos jogos foram listados por motivos diferentes, e isso será melhor explicado por Senhor e Senhora Meow alternadamente. Então, sem mais delongas, eis os 3 jogos que cada um de nós gostaríamos de ter criado:

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Cartas a Vapor – DevLog #14

Financiamento Coletivo

Happy Meow Year!

Neste DevLog, o Gato Batata ressurge das cascas para começar o ano conversando sobre… Bem… Muita coisa! Com enfoque na imensa experiência de passar (e obter sucesso!) num Financiamento Coletivo.

Lições aprendidas: Foram tantas! Mas posso destacar que a “não desanime” foi uma das mais importantes. No final das contas, todo esforço realmente faz diferença.

Dica do Gato: É extremamente difícil, mas igualmente importante, saber quando a persistência se torna teimosia. Como já comentei em outros DevLogs do Cartas a Vapor, é preciso reconhecer as coisas pelas quais vale a pena lutar e também aquelas das quais precisamos abrir mão, alterar e retrabalhar tantas vezes quanto necessário.

E se você perdeu alguma coisa ou deseja rever algo nos DevLogs de Cartas a Vapor, clica aqui e dá uma olhadinha em nosso resumo.

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Sabe aquela sensação de abrir um caderno antigo, todo empoeirado, pra voltar a escrever nele? Pois bem, é mais ou menos isso que eu sinto agora ao voltar a digitar no blog com minhas pequenas patas de batata. Tanta coisa aconteceu nesse tempo!

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Cartas a Vapor – DevLog #13

Expansões

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Neste DevLog, este batatoso gato com tubérculos do focinho às patas vai conversar com você a respeito das expansões de Cartas a Vapor.

Imaginando que você possa estar curioso e queira saber algo mais sobre tais expansões, preparei, com todo o carinho de um felino, três textos curtinhos, mas que o deixarão satisfeito!

E se você perdeu alguma coisa ou deseja rever algo nos DevLogs de Cartas a Vapor, clica aqui e dá uma olhadinha em nosso resumo.

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Seja para quem já leu, ou para quem ainda não experimentou, é importante ressaltar aqui que o universo de Brasiliana Steampunk é muito vasto, com histórias que se entrelaçam e personagens únicos e cheios de carisma. Quando meus pais começaram a criar o jogo, tinham em mente que não seria possível abraçar todas essas características em um único jogo… mas, isso é o que pensávamos!

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Resenha do Gato #01 – Machina

Uma das tarefas mais divertidas e importantes que um gato batata… Digo..  Que um game designer tem que fazer é nada mais, nada menos, do que jogar.

Quando você joga simplesmente por diversão, tudo o que você quer é dar umas boas risadas, botar a cabeça pra pensar de um jeito diferente e escapar do cotidiano. Mas quando você cria jogos, cada partida é recheada de análises sobre cada pequeno elemento que forma o jogo. Parte da nossa diversão vem disso, sabia? Ao menos eu adoro identificar mecânicas, variáveis, dilemas e tudo mais.

Como você deve saber, e como diz o velho ditado, nada se cria, tudo se copia. É totalmente saudável que o profissional de uma área estude os trabalhos realizados por outros profissionais. Isso cria produtos mais interessantes, prevê falhas em seus projetos, e ainda alimenta a comunidade de desenvolvedores.

Por isso e por alguns outros motivos sutis, este gato batata aqui decidiu começar a escrever resenhas de jogos! Dessa forma, além de fornecer feedback que, espero eu, seja interessante para os criadores, podemos criar uma pequena teia de informações que também podem ser úteis para outros desenvolvedores e até mesmo jogadores.

E por falar em teia, o primeiro jogo do qual gostaria de falar é uma criação do Studio Teia de Jogos, um fantástico grupo amigo da Potato Cat que tem seu foco voltado para jogos de Print and Play. Jordan Florio, desenvolvedor do grupo, sentou com Senhor Meow e seu companheiro de aventuras e viagens, Víctor Silva, para uma partida de Machina: Simulacro de Guerra.

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Cartas a Vapor – DevLog #12

Heróis & Vilões

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Enquanto Senhor & Senhora Meow, meus queridos pais, estavam ocupados confeccionando protótipos reais das ferramentas de Cartas a Vapor para fins de teste de verossimilhança, percebi uma estranha luz vinda de um de nossos depósitos de engrenagens. Quando alcancei o pequeno cômodo, encontrei, envolta numa estranha gosma ectoplasmática, um pequeno pedaço de papel. Nele, inscrições de tempos longínquos descrevem, numa estranha e quase profética coincidência, algo muito semelhante ao nosso processo criativo de Cartas a Vapor.

Agora, após finalmente conseguirmos limpar todos os resquícios do líquido viscoso, trazemos, na íntegra, esta carta assinada por Enéias Tavares. Confira.

E se você perdeu alguma coisa ou deseja rever algo nos DevLogs de Cartas a Vapor, clica aqui e dá uma olhadinha em nosso resumo.

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Como o desafio inicial do cardgame Cartas a Vapor era produzir um jogo que servisse tanto como jogatina divertida e vistosa quanto como um suplemento aos leitores da série, que porventura estivessem interessados apenas em determinadas informações – textuais ou visuais que ele poderia trazer – meu trabalho foi direcionado para personagens, ferramentas, cenários e outros construtos que pudessem expandir o cenário da série.

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Cartas a Vapor – DevLog #11

Os Personagens

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Você alguma vez já quis ser um Médico Renomado? Ou quem sabe uma Médium Indígena? Talvez, dependendo de como andam suas vontades obscuras, já tenha passado pela sua cabeça se tornar um Empresário Maquiavélico? Ou, assim como este Gato Batata aqui, já tenha sonhado em se tornar um Demônio Ancestral? Bem, tenho uma boa notícia para você! Em Cartas a Vapor você pode assumir o papel de todas essas personalidades e muitas outras! Todas elas presentes no universo de Brasiliana Steampunk em suas obras lançadas e aquelas que estão por vir. Quer saber mais? Este DevLog é para você.

E se você perdeu alguma coisa ou deseja rever algo nos DevLogs de Cartas a Vapor, clica aqui e dá uma olhadinha em nosso resumo.

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A atuação está na história da humanidade há muito tempo. Há algo de mágico em poder esquecer-se de sua persona do dia a dia e então incorporar uma outra personalidade para realizar feitos surreais que, de outra forma, não estariam ao seu alcance.

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